Até a lua se escondeu

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Certa vez, um casal de namorado estava sentado num banco do jardim, à noite. E a lua estava bonita. De repente, uma nuvem cobriu a lua. Ele comentou: “Está vendo, bem, o nosso amor é tão grande que até a lua se escondeu.” Aquilo para a jovem foi o máximo. Quase se derreteu de contentamento. Logo eles se casaram, e o tempo foi passando.

Depois de um ano de casados, numa noite lá estavam eles no mesmo jardim e sentados no mesmo banco. E a lua estava novamente bonita. De repente uma nuvem a cobriu. Ela, que nunca se esquecera daquelas palavras tão bonitas e românticas, pensou: É agora que ele vai dizer novamente. Mas nada. Ele não falou. Então a jovem esposa deu um toque: “Bem, por que será que a lua se escondeu?”

Ele, respondeu na hora: “Ô tonta, você não vê que está armando chuva?”

Uma pergunta, meio dura, que podemos nos fazer: Será que o sacramento do matrimônio, em vez de unir, desune o casal? Claro que não. O sacramento é uma graça que trás em si o dom do amor. Se acontece o contrário, como neste caso, é devido ao pecado que está em nós