Explorar as possibilidades

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Certa vez, um homem ganhou um filhote de elefante. Como não tinha um cercado, prendeu-o num poste, no fundo do quintal, com uma corda bem grossa amarrada na pata do animal.

Apesar de ser filhote, tinha mais de um metro de altura. O elefantinho forçava a corda todos os dias, tentando arrebentá-la, ou derrubar o poste. Como não conseguiu, aceitou o seu destino, que era ficar preso, e parou de forçar.

Então o homem tirou a corda grossa e amarrou uma mais fina. O elefante nem tentava mais.

Passado um tempo, o elefante cresceu, ficou enorme e o homem amarrou um simples barbante na pata do bicho. Ele continuava preso, sem forçar o barbante. Ele se lembrava dos esforços que tinha feito no passado, que foram inúteis e por isso nem tentava mais.

Aquele elefante não escapava porque acreditava que não podia. Estava registrada na sua lembrança a impotência. Ele só não percebia que a situação mudou.

Quantos de nós somos como aquele elefante! Podíamos tão bem caminhar na direção de Deus, mas ficamos presos em finos barbantes, que podíamos facilmente arrebentar. Falta para nós, às vezes, explorar as possibilidades que temos.

Não existe beco sem saída nem barreira sem brecha. O que precisamos é parar de ficar dando cabeçadas na barreira e sair à procura de uma brecha. Falta também alguém que chegue para nós e diga que é possível e fácil ser feliz.

Vamos apagar da nossa memória todas as gravações que nos dizem: “Não posso. Não posso e nunca poderei”.