Réu na forca, senhora o salva

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Certa vez, na antiguidade, uma família estava viajando em uma carruagem, numa região desconhecida e distante da sua casa. De repente, viram, perto da estrada, uma forca já preparada para executar um réu, que já estava ali ao lado.

Chocados com a cena e penalizados ao ver o rosto sofrido do réu, o casal pediu ao cocheiro que parasse a carruagem e foram lá conversar com o policial chefe, tentando evitar a execução.

O oficial lhes disse que, conforme a lei do País, o réu só poderia ser resgatado mediante o pagamento de mil Ducados, que era a moeda local. O casal reuniu todo o dinheiro que tinha, somando oitocentos Ducados. Procurando, os filhos encontraram mais cento e cinquenta Ducados. O cocheiro emprestou-lhes o que tinha: Quarenta Ducados. Ficaram faltando apenas dez Ducados.

Levaram ao oficial, mas este não aceitou. Tinha de ser mil Ducados, do contrário o jovem morreria. A esposa se lembrou: “Será que o próprio réu não tem nos bolsos algum dinheiro?” Um soldado foi ver e encontrou nos bolsos dele umas moedas. Contaram e viram que somavam dez Ducados. Levaram ao oficial e o moço foi libertado.

A libertação da morte foi fruto da colaboração de várias pessoas, inclusive do próprio réu. A nossa redenção também é fruto do esforço de várias pessoas, a começar com Jesus Cristo. Mas não para nele. Há uma fila de outros colaboradores, inclusive de cada um de nós que estamos sendo redimidos. Por menor que seja a colaboração, que ela seja dada com amor e gratidão.

Maria Santíssima é a grande colaboradora. Por isso é chamada de Co-Redentora.