Solenidade da Santíssima Trindade

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“Chegamos agora ao fim de todo o caminho da revelação, que se realizou em Jesus: na sua Encarnação, Paixão, Morte e Ressurreição. Do cimo do “monte santo” que é Cristo, contempla-se o primeiro e último horizonte do universo e da história: o Amor de Deus, Pai, Filho e Espírito Santo” (São João Paulo II).

Celebramos, hoje, a Solenidade da Santíssima Trindade, o mistério de um Deus que é comunidade e comunhão de vida, a qual supera absolutamente toda compreensão humana. Ministério Trinitário que nos leva a refletir sobre a fronteira de nossas limitações humanas e nos embarca à profundeza última da nossa vida, a fonte do nosso ser, a meta de todos os nossos esforços (…), a abertura do nosso ‘eu’ para um ‘tu’, e na seriedade dessa inclinação (cf. Missal Dominical – Missal da Assembleia Cristã).

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (CCIC) explica assim: “A Igreja exprime a sua fé trinitária ao confessar um só Deus em três Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo. As três Pessoas divinas são um só Deus porque cada uma delas é idêntica à plenitude da única e indivisível natureza divina. Elas são realmente distintas entre si pelas relações que as põem em referência umas com as outras: o Pai gera o Filho, o Filho é gerado pelo Pai, o Espírito Santo procede do Pai e do Filho” (cf. CCIC, 48)

Assim, “é certamente de fé que o Filho procede do Pai por uma verdadeira geração. Segundo o Credo Niceno-Constantinopolitano, Ele é “gerado antes de todos os séculos”. Mas a procedência de uma Pessoa Divina, como o termo do ato pelo qual Deus conhece sua própria natureza é propriamente chamada geração” (cf. Enciclopédia Católica).

O nosso desafio como cristãos é a busca desta perfeição de comunhão dos Três Pessoas da Santíssima Trindade, Unidade Onipotente, afinal “Deus não é solidão, mas comunhão perfeita. Do ser Deus-comunhão deriva a vocação de toda a humanidade para formar uma única grande família, na qual as diversas raças e culturas se encontram e se enriquecem reciprocamente (At 17, 26)” (São João Paulo II).

Enfim, peçamos a Santíssima Trindade que nos ensine todos os dias a experiência do Amor que Os unem, afinal, “quem viver com Deus não se encontra diante de uma conclusão, mas sempre diante de um início, novo como cada novo dia” (cf. Missal Dominical – Missal da Assembleia Cristã).

“Vinde, Espírito de Deus, com o Filho e com o Pai, inundai a nossa mente, nossa vida iluminai.”

Dom Eurico dos Santos Veloso

Arcebispo Emérito de Juiz de Fora, MG